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Impressão da data de validade em sacos de 25 kg de cimento: desafios e soluções para as cimenteiras

A indústria cimenteira está passando por uma transformação que promete impactar muito mais do que a logística.  

Uma mudança obrigatória exigirá adaptações dos tradicionais sacos de 50 kg de cimento que darão lugar a embalagens menores, transformando a rotina de ensacamento, maquinários e, principalmente, a tecnologia de marcação das fábricas.  

 

A Nova Realidade do saco de 25 kg: O Acordo e o Prazo 

A mudança acontece através de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), assinado em 2018 entre o Ministério Público do Trabalho (MPT), o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) e as 33 maiores fabricantes do país.  

A motivação é a saúde ocupacional. O manuseio de 50 kg ultrapassa os limites saudáveis de carga para o corpo humano. A medida visa diminuir drasticamente o afastamento por hérnias de disco, lesões na coluna e problemas musculares. 

As indústrias ganharam o prazo de 10 anos, até 31/12/2028, para modificar todas as suas linhas de produção, ensacamento e maquinários. A partir de 1º de janeiro de 2029, as empresas estão proibidas de comercializar sacos de 50 kg de cimento no mercado brasileiro, mesmo que ainda haja estoque antigo nas fábricas ou lojas.  

O saco de 50 kg só poderá ser produzido exclusivamente para exportação; e as indústrias que descumprirem e continuarem vendendo o formato antigo no Brasil. receberão uma multa diária de R$ 10.000,00 por infração.  

Além do TAC, existem propostas tramitando na Câmara dos Deputados, como o Projeto de Lei 3372/2023 que pretende proibir por lei federal a venda de sacos maiores no comércio. 

 

O Desafio Oculto na Produção 

Como todo insumo da construção civil que depende de reações químicas, o cimento possui um prazo de validade estrito. Essa característica exige que cada embalagem receba a marcação perfeita de lote e data de validade. 

Quando se fala na migração para as embalagens de 25 kg, normalmente pensamos no aumento da produção e na movimentação logística. Porém, um ponto passa despercebido: mais embalagens significam mais impressões de lote, data de validade e rastreabilidade.  

Na prática, se hoje a sua operação imprime esses dados em embalagens de 50 kg, amanhã irá precisar realizar praticamente o dobro de marcações para manter exatamente o mesmo volume produzido.  

 

O Impacto na Linha de Codificação 

Aumentar o volume de marcações diárias é um desafio quando analisamos o cenário de uma fábrica de cimento, caracterizado por: 

  • Poeira constante.  
  • Linhas de alta velocidade e equipamentos operando continuamente.  
  • Necessidade de códigos legíveis.  

 

Se hoje esse ambiente já exige muito do sistema de impressão, a tendência é que a demanda aumente ainda mais. Seu sistema de codificação atual está preparado para dobrar o ritmo sem gerar paradas não programadas ou códigos ilegíveis?  

 

Como Preparar a Sua Fábrica para essa Mudança 

A boa notícia é que essa transição pode ser planejada com antecedência. As empresas que começam esse trabalho preventivo conseguem:  

  • Avaliar a capacidade atual da linha.  
  • Identificar possíveis gargalos.  
  • Planejar investimentos com mais segurança.  
  • Escolher tecnologias adequadas para ambientes severos, como o da indústria de cimento e cal.  

 

A Betim te ajuda a evoluir 

Para ajudar a sua indústria nesse desafio, a Betim Coding preparou um E-book gratuito com informações sobre os desafios da codificação e as principais soluções utilizadas para garantir impressões confiáveis. 

A mudança está chegando. Planeje a sua adequação hoje e transforme a obrigatoriedade em eficiência operacional. 

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